Conflitos Israel

Um trêmulo silêncio na fronteira de Gaza: o Egito está tentando impedir uma guerra

O IDF não respondeu aos ataques de foguetes da Faixa de Gaza, realizados por militantes na sexta-feira, 12 de julho. Obviamente, o exército não recebeu uma ordem para agir da liderança política de Israel.

A queda de vários mísseis não causou danos materiais, mas causou danos ao prestígio do governo israelense, como é percebido por muitos como estando despreparado para ações decisivas contra os terroristas.

O Hamas não se responsabilizou por esses ataques, embora, aparentemente, eles tenham sido um ato de vingança pela militante guarda de fronteira das “Brigadas de Izaddin al-Qasam”, morto na quinta-feira perto da fronteira de Gaza com o Hamas.

Na sexta-feira, a Faixa de Gaza foi visitada por uma delegação de representantes da liderança egípcia liderada pelo general Ahmad Abd al-Khalak, responsável pelos problemas de inteligência palestinos no Egito. A tarefa desta delegação foi harmonizar as condições para manter a calma em Gaza.

O representante do grupo terrorista da Frente Popular de Libertação da Palestina, Hani al-Tauabte, disse ao site Al-Quds, citado pela estação de rádio israelense Kan Bet, que a delegação egípcia apresentou um pacote de propostas das autoridades israelenses em Gaza. Segundo ele, Israel propõe os seguintes passos em troca da paz: entrega adicional de remédios e equipamentos médicos para Gaza, retorno de embarcações de pesca confiscadas, aumento do número de permissões de trabalho para Israel para os moradores do setor, importação de produtos e bens que foram proibidos nos últimos dois anos (o que está sendo discutido, não especificado), o aumento no número de caminhões que entregam produtos para o setor.

Depois que a delegação egípcia deixou Gaza, militantes bombardearam Israel.

A mídia do Hamas ressalta que, contra esse pano de fundo, a IDF está se preparando para um possível cenário militar em Gaza, aumentando gradualmente a concentração de tropas perto da fronteira do setor e instalando novas baterias do sistema de defesa antimísseis Iron Dome. O Hamas também está se preparando para a guerra, realizando exercícios em grande escala na semana passada.

A liderança do Hamas deixa claro que manter a calma na fronteira depende da extensão em que as cláusulas do acordo, para as quais o Egito é o garantidor, serão implementadas. O Hamas diz que o “protesto civil” – as “marchas de retorno” de sexta-feira – continuará até que o bloqueio de Gaza seja completamente suspenso. Ao mesmo tempo, a polícia do Hamas não tem impedido as ações dos incendiários, partindo do setor de “bolas de fogo” para o território israelense.

One Reply to “Um trêmulo silêncio na fronteira de Gaza: o Egito está tentando impedir uma guerra

  1. Essa calmaria revela mais preparativos para uma intensa guerra do que busca pela paz.Ao contrário do pensamento oriental,muitos muçulmanos pensam de maneira diferente:morrer lutando contra os inimigos é uma honra e um privilégio pois crêem que assim entrarão no paraíso e receberão 70 mulheres belas e permanentemente virgens em um suposto paraíso.
    Ao contrário dos muçulmanos ,sunitas ou xiitas,o judeu pode orar e guerrear pois não tateia no escuro e não está sozinho:”O SENHOR derrama luz nas minhas trevas…Ele adestrou as minhas mãos para o combate”(2 Sm 22.29,35).A hora da definição está chegando.

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